Dieta equilibrada é fundamental para a ingestão de
nutrientes importantes para uma vida mais saudável::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Os cuidados com a saúde requerem uma boa alimentação durante
toda a vida. No entanto, a entrada na terceira idade traz uma série de mudanças
físicas que exigem algumas necessidades. É comum, por exemplo, sentir menos
apetite a partir dos 65 anos. O paladar fica menos apurado e a mastigação
também pode ser comprometida. Por isso, cuidar bem da alimentação do idoso é
essencial para que todas essas variações não sejam um impeditivo para a
ingestão de nutrientes importantes para se manter uma vida saudável.
A alimentação na
terceira idade precisa ser variada e equilibrada, assim como a de uma criança
ou de um adulto. Entretanto, existem alguns alimentos que são mais indicados,
principalmente por fazerem bem para o sangue e para o cérebro, como grãos,
frutas e azeite. A aveia também é aconselhada pela especialista, já que auxilia
na digestão, e o leite, assim como seus derivados, é importante por oferecer
cálcio, que fortalece os ossos, mais fracos nessa idade.
— O que não pode faltar de forma alguma é o carboidrato,
nutriente essencial para a nutrição humana por fornecer energia para o
organismo. Para o idoso, o ideal é que entre 50% a 60% do valor calórico total
da dieta sejam compostos por este componente.
Arroz, macarrão, pães, batata e cereais, considerados
carboidratos complexos, minimizam os picos de hiperglicemia. Os carboidratos
simples, como glicose e sacarose, devem compor no máximo 10% da dieta.
— Uma boa dica neste contexto é o macarrão, que além de ser
do tipo complexo, tem digestão e absorção mais lenta que os demais, que faz com
que a sensação de saciedade dure mais tempo. Além disso, uma absorção mais
pausada faz com que o aumento do nível glicêmico no sangue seja menor, e, como
se trata de um alimento de consistência mais mole, facilita a mastigação do idoso.
Também é necessário preservar a proteína, que serve como
substrato energético para o sistema nervoso central e ativar o metabolismo. Os
alimentos fontes deste nutriente fornecem a construção e manutenção das
diferentes partes do corpo e a reparação dos tecidos que são perdidos com maior
frequência por meio de descamações, suor e cicatrizações, por exemplo. As
proteínas também são as responsáveis pela formação dos anticorpos - proteção
contra as doenças - e de todos os órgãos do nosso corpo.
A nutricionista também ressalta que alimentos fontes de
vitaminas, minerais e fibras regulam as funções do organismo, facilitando a
digestão e absorção dos nutrientes, fortalecendo o sistema imunológico,
permitindo o bom funcionamento intestinal e protegendo visão, pele e dentes.
Confira alguns exemplos de fontes dos diferentes grupos de
alimentos:
— Fontes de carboidratos: macarrão, arroz, milho, centeio,
pão, batata, aveia, cará, inhame, açúcares, doces, mel, geléia, cevada trigo,
aveia.
— Fontes de proteínas: ovos, feijão, ervilha, lentilha,
soja, grão de bico, leite iogurte, coalhada, carne.
— Fontes de vitaminas, minerais e fibras: pepino, berinjela,
abobrinha, chuchu, cenoura, limão, laranja, goiaba, manga, caju, morango,
mexerica, almeirão, acelga, brócolis, escarola, mostarda, salsa, couve e
cereais integrais.

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